A guarda compartilhada é uma coisa e  a guarda alternada é outra. E são distintas e não se confundem.Tanto uma quanto a outra, sem um ótimo relacionamento entre a família, pode ser muito ruim para os filhos.

Guarda alternada é quando  o filho passa metade do tempo com um e a outra metade com outro, por exemplo, 15 dias com o pai e 15 dias com a mãe.

Na guarda compartilhada o que deve prevalecer é o bom senso e a compreensão, inclusive no ajuste do período de convivência.

Não é fácil para alguns filhos  pequenos ou adolescentes, pois há  necessidade de ter  referencial no lar, e ao ter dois lares, sem independência para se locomover e fazer suas próprias escolhas é duro. O período de adaptação à tal convivência é fundamental para viabilizar a rotina e sobretudo evitar desordem e conflitos. Os clientes falam que quando  criança está na casa de um genitor é comum esquecer de  livro, material escolar, remédio, roupa e algum item que está na casa do outro genitor. A experiência não é boa na maioria dos casos.

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Linda Ostjen

Advogada, licenciada em Letras pela PUC/RS, bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da PUCRS, com especialização em Direito Civil pela UFRGS e Direito de Família e Sucessões pela Universidade Luterana (ULBRA/RS), Mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade Luterana.
Escritório em Porto Alegre/RS, Av. Augusto Meyer, 163 conj. 304.
Email: linda@ostjen.com

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