Acontece com freqüência essa declaração afirmativa. Há mulheres que por motivos fúteis impedem que o pai visite e conviva com o menor. Não vou tratar aqui das mulheres que tem desconfiança no zelo do genitor, mas sim aquelas bandidas que evitam o pai ver os filhos porque a relação amorosa não vingou.

A incompetência dos genitores em manter, começar ou continuar o relacionacionamento que deu origem a uma vida  não deveria ser o fator que afasta um dos genitores, normalmente o pai.

Há muita mulher mascarada, de caráter fraco e cínica que utiliza único poder que têm: a guarda do filho.

Vale dizer que  negativa infundada da visita do pai pode ser repelida por aplicação de multa diária de valor significativo com a finalidade de desestimular a resistência.

Embora seja mais comum nos casos de resistência do guardião que não entrega o filho, a multa também pode ser aplicada nos casos de ausência do visitador.

Outro meio de cumprir o regime de visitação judicial é a Ação de Busca e Apreensão de Menor, que é um meio mais drástico, e pode ser proposta quando o visitador não devolve o filho no momento determinado ou quando o guardião não o entrega no dia da visita.
Por outro lado, se eventualmente existirem casos motivados que necessitem do afastamento do visitador, eles também devem ser levados ao judiciário para providências.

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Linda Ostjen
Advogada, licenciada em Letras pela PUC/RS, bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da PUCRS, com especialização em Direito Civil pela UFRGS e Direito de Família e Sucessões pela Universidade Luterana (ULBRA/RS), Mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade Luterana.
Escritório em Porto Alegre/RS, Av. Augusto Meyer, 163 conj. 304.
Email: linda@ostjen.com

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