As consequências à saúde física e mental das crianças que vivem sob a tortura de uma mãe alienadora são muitas, entre elas os distúrbios de alimentação, a timidez excessiva, os problemas de atenção/concentração, a indecisão exacerbada, como forma de fuga de uma realidade massacrante e com a qual não conseguem lidar.

A alienação parental é, em si, um fator desestabilizante, que prejudica o desenvolvimento dos filhos envolvidos, bem como também prejudicam o alienado e a alienadora, impedindo que prossigam com suas vidas e elaborem o luto pelo divórcio ou pelo relacionamento que gerou o filho.

A campanha realizada pela mãe alienadora contra o pai não é saudável para nenhuma das partes. Certamente você que está alienando a criança do pai, mais tarde enfrentará problemas de todas as ordens. Não há quem saia ileso de tamanha maldade.

A alienação é o extremo da perversidade. É o desprezo pelo outro, a necessidade de vingança pelo desamor, vingança por não ter conseguido prender o outro com a gravidez, ódio destilado através de crianças e adolescentes, que se tornam verdadeiros instrumentos de ataque àquele que decidiu seguir sua vida sem a companhia do alienador.

ALIENAÇÃO PARENTAL

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Linda Ostjen

Advogada, licenciada em Letras pela PUC/RS, bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da PUCRS, com especialização em Direito Civil pela UFRGS e Direito de Família e Sucessões pela Universidade Luterana (ULBRA/RS), Mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade Luterana.
Escritório em Porto Alegre/RS, Av. Augusto Meyer, 163 conj. 304.
Email: linda@ostjen.com

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