O interesse pela vida alheia nunca foi tão forte como na vida atual. Afinal,  as redes sociais oportunizam informações rápidas e precisas. Mas o assunto deste artigo é a fofoca. A wikipédia a define  assim:

fofoca consiste não somente no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia mas também em divulgar fatos verídicos da vida de outras pessoas sem o consentimentos das mesmas, independente da intenção de difamação ou de um simples comentário sem fins malignos.

Presente ao longo de toda a História, tal ato é frequentemente ligado à imagem das mulheres.

Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. A Social Issues Research Centre , um centro de pesquisas de Londres,  entrevistou 1.000 donos de telefones celulares com o intuito de saber qual era o teor das conversas. Destes, 33% dos homens eram fofoqueiros habituais, contra apenas 26% das mulheres.

Geralmente os homens fofocam sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. Também vale ressaltar as razões que levam a fofoca: entre as mulheres, em geral, é uma maneira de passar o tempo, enquanto para os homens pode servir, além de pura informação, como meio de auto-afirmação perante o círculo de amigos e colegas.

Curiosamente, muitos dos participantes do sexo masculino desta pesquisa inicialmente alegaram que não fofocavam, enquanto quase a totalidade das mulheres prontamente admitiam fazer fofoca. Em novo interrogatório, no entanto, a diferença parece ser mais uma questão de semântica do que material: o que as mulheres estavam felizes de chamar de “fofocas”, os homens definiam como “troca de informações”. Um participante do sexo masculino,de forma mais honesta, confidenciou: “Nós não gostamos de chamar de fofoca, porque soa trivial – como se você não tivesse nada melhor para fazer.”

No próximo artigo vou escrever sobre quando uma fofoca se transforma em crime.

Vale dar uma olhada: https://globoplay.globo.com/v/4928577/

 

 

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