Para resolver problemas crônicos as fábricas utilizam o “recall branco”. Você sabe como funciona esse procedimento?

Recall

Carro novo não é sinônimo de tranquilidade e as fábricas sabem disso e tentam buscar soluções antes que os proprietários descubram o problema se torne um velho conhecido ou característica do projeto, como as concessionárias gostam de justificar as falhas que não conseguem encontrar a solução.

Dessa forma, as fábricas emitem os boletins técnicos, boletins de informação técnica, ações de oficina, campanhas de serviço, operações de campo, não importa o nome, o que interessa é corrigir ou tentar corrigir o problema que foi detectado após o lançamento de um produto ou de um determinado lote.

Recall Branco

Apelidado de “recall branco” os procedimentos são válidos apenas se o problema não envolver a segurança, caso contrário a fábrica precisa realizar um chamado oficial, ou seja, enviar cartas, veicular anúncios em jornais, rádios e Tvs.

Cabe ao Departamento de Proteção ao Consumidor (DPDC), órgão ligado ao Ministério Público, se existe a necessidade do recall. Assim, cabe ao DPDC ornar a realização do recall ou processar o fabricante, como ocorreu no caso do Fiat Stilo que solta a roda.

Dessa forma, existem dois tipos de comunicados emitidos pelos fabricantes. O primeiro é feito diretamente pelo fabricante ao consumidor por meio de carta, caso, por exemplo, da falha no air bag do Honda Fit. Os proprietários devem comparecer a concessionária para agendar o conserto feito de forma gratuita.

O outro tipo de comunicado é o “recall branco” que também deve ser enviado ao DPDC e algumas concessionárias aproveitam a oportunidade para cobrar o serviço do cliente, caso do problema com a válvula EGR da Volkswagen Amarok.

Fonte: https://goo.gl/qvfjhD

 

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