As pessoas casam para não divorciar. Esta é a verdade.

Quando iniciamos um relacionamento afetivo e nos unimos a outra pessoa, decidimos ter uma vida em comum e sonhos e expectativas sobre um futuro maravilhoso à frente.

Não passa pela cabeça que a felicidade de hoje pode um dia pode vir a ser um grande pesadelo no futuro.

Somente ao morar com o outro que o conhecemos. Aquele que te convidava para ir a um barzinho com musica ao vivo e você amava…pode se transformar em um bêbado agressivo. Você percebe que ele vai no banheiro e não lava as mãos!!!! Pior quando vc descobre  que o “Príncipe” dá em cima de uma recepcionista que ele conheceu em uma feira no seu trabalho, moça estilo periguete para não dizer “garota de programa”, então o fofo conversa com a piranha pelo whatsapp, enquanto você prepara um jantarzinho gostoso para ele. E aquela tão adorável e delicada mulher…é tão insegura que deixa os seus pais interferirem em tudo da sua vida!

As mudanças pessoais e diferenças podem gerar brigas e desentendimentos que podem conduzir o casal a um ponto crucial: o processo de divórcio.

A divisão, o afastamento, a dissolução da união estável, o divórcio é um período muito difícil na vida de qualquer pessoa.

Projetos que se vão água abaixo…a casa  sonhada, as viagens, a cumplicidade, a união para a vida toda se esvaem.

A maioria dos divórcios não é uma surpresa, mas nem por isso os seus reflexos psicológicos, emocionais e materiais deixam de ser doloridos.

 É bastante comum aquele que ainda não estava pronto para o divórcio perder a calma e entrar em desespero. 

Como enfrentar esse período?

Se vão divorciar é óbvio que  o relacionamento está ruim,  conturbado, que o contato entre o antigo casal resulta em brigas, grande desgaste e discussões.

É difícil conter as emoções, que nesta fase sempre estão à flor da pele,  mas é importante ter em mente que brigas tendem a piorar o cenário. 

E um diálogo maduro é possível? Tomara!  POis a conversa franca serve não apenas para facilitar o processo e as soluções jurídicas, mas também para facilitar a superação dos desafios psicológicos e emocionais da separação.

Por isso, é importante adotar uma postura ativa e um esforço pela paz. 

Podemos utilizar da conciliação, da mediação, da adoção de práticas colaborativas e dos trabalhos de constelação familiar com profissionais da área da psicologia que possibilitam a resolução de conflitos, e trazem benefícios inestimáveis para pessoas que estão passando por esta fase.

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