Bullying, é um termo frequentemente usado para descrever uma forma de assédio executado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais “fraco”. O cientista sueco Dan Olweus, que trabalhou por muito tempo em Bergen, na Noruega, define assédio escolar em três termos essenciais:

  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O assédio escolar divide-se em duas categorias:

  1. assédio escolar direto;
  2. assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social

O “bullying direto” é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos.

A “agressão social’ ou “bullying indireto” é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima;
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
  • ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O assédio pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

Deve-se encorajar os alunos a participarem ativamente da supervisão e intervenção dos atos de bullying, pois o enfrentamento da situação pelas testemunhas demonstra, aos autores do bullying, que eles não terão o apoio do grupo. Uma outra estratégia é a formação de grupos de apoio, que protegem os alvos e auxiliam na solução das situações de bullying. Alunos que buscam ajuda têm 75,9 por cento de probabilidade de reduzirem ou cessarem um caso de bullying. Um estudo realizado na Suécia demonstrou que os alunos ainda não estão totalmente sensibilizados para esta questão. Enquanto 69 por cento dos entrevistados apontou o bully como culpado, 42 por cento apontou também culpa para a vítima, devido à sua “diferença”, com uma maioria de rapazes nesta resposta.

Os professores devem lidar e resolver efetivamente os casos de bullying, enquanto as escolas devem aperfeiçoar suas técnicas de intervenção e buscar a cooperação de outras instituições, como os centros de saúde, conselhos tutelares e redes de apoio social.

Hugh Jackman manda mensagem a menina vítima de bullying

Fotos: reprodução / FacebookFotos: reprodução / Facebook

 

O ator Hugh Jackman mandou uma mensagem emocionante a uma garotinha de 10 anos que está sendo vítima de bullying na escola há alguns anos.

Cassidy Warner, que vive na cidade de Pennsylvania, Estados Unidos, compartilhou um vídeo nas redes sociais para contar o que vem sofrendo.

Ela foi muito corajosa em se expor dessa maneira.

O vídeo da menina viralizou e chegou até para o ator.

Hugh Jackman aproveitou sua fama para dar uma força e ajudar a garotinha a superar esses momentos difíceis.

 

“Olá, Cassidy, eu sou o Hugh. Eu quero que você saiba que é amada, especial e inteligente. Você é forte, engraçada e linda, por dentro e por fora. Bullying não é certo. Por favor, nunca pare de pedir ajuda. Você vai encontrá-la de pessoas e lugares que nunca imaginou que viriam. Eu sou seu amigo”.

Em seu vídeo, Cassidy diz que sofre agressões de seus colegas há muito tempo e que se sente muito sozinha: “Um dia, durante um recreio, um grupo de crianças pegou minha mochila e cuspiu nela e em mim. As crianças não querem chegar perto de mim, quando sento perto delas no lanche, ela vão embora. Elas dizem que vão me matar e são quatro e só eu. Eu me sinto sozinha, eu sinto que não tenho mais ninguém, dói muito”.

Assista ao vídeo de Cassidy, postado no perfil de Hugh Jackman:

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FABCNews%2Fvideos%2F10157128681733812%2F&show_text=1&width=476

Com informações da ABCNews, RPA

Fonte: https://goo.gl/fkBXqA

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