Por mais inteligente que você for passar pelo divórcio não é situação fácil. E a história mostra que não adianta ser um gênio, ser bonito, ser gostosa, ser rico, ser famosa…quando o casamento acaba em divórcio a situação é dura mesmo. Questões emocionais, sentimentais e financeiras são postas na mesa na mesma hora.

E não foi diferente para Albert.

Einstein e Mileva conheceram-se em 1896, quando ambos ingressaram os estudos juntamente com Marcel Grossman, Louis Kollross, Jakob.

Os dois acabaram se casando em 1903 e tiveram três filhos.

Em 1905, Einstein publicou a primeira versão da Teoria da Relatividade Especial. O nome de Mileva constava como co-autora, mas não apareceu nas versões posteriores.

Com base na correspondência trocadas pelo casal, nas quais Einstein falava da “nossa teoria”, surgiu a polêmica interminável: que a relatividade jamais teria tomado forma sem o gênio de Mileva, enquanto outros  afirmam que Einstein merece todos os créditos.

O nascimento do terceiro filho do casal afastou definitivamente Mileva das ciências e a união dos cientistas acabou em  divórcio em 1919.

O acordo de divórcio incluía uma cláusula em que o cientista aceitava repassar todo o dinheiro ganho com um possível Prêmio Nobel.

Em 1921, o prêmio veio e Mileva enriqueceu.

H;a quem diga que foi reparada  uma injustiça histórica, afinal tem os que entendem que Mileva deveria ter também levado o crédito da Teoria da relatividade.

 

E há a  quem entenda que Albert pagou para se divorciar de uma relação que não mais funcionava.

Em 1917 Einstein muda-se para a casa da sua prima, Elsa Löwenthal, com quem vive até sua morte, em 20 de dezembro de 1936.

Assim viúvo aos 57 anos, Einstein permanece nesta condição o resto da sua vida, ou seja, até 18 de abril de 1955.

Ninguém se casa para se separar tempos depois. Mas é verdade também que o divórcio é o desfecho inevitável de muitos casamentos.

E, se o teu casamento estava nas tuas mãos, o teu divórcio mais simples e rápido  também está.

Linda Ostjen

Advogada

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