Nada é tão difícil que não possa piorar…

Se o suposto pai não for encontrado para responder a ação (pode ser que ele more em local desconhecido ou então que a genitora não tenha todas as informações necessárias sobre ele), ou caso não se realize o exame de DNA, a parte investigante, ou seja a parte que promova a ação de investigação de paternidade, deve comprovar, com o depoimento de testemunhas e todas as provas admitidas no direito, a existência de relacionamento afetivo entre a ela e o suposto pai.

É importante que as testemunhas sejam pessoas que tiveram contato com as partes, como amigos do pai e da mãe ou parentes do possível pai. Além disso, o investigante pode promover a juntada aos autos de fotos, a fim de demonstrar a semelhança física, ou de outras provas que entender necessárias.

Adv. Linda Ostjen